26
Jan 10

 

Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 304
Editor: Bertrand Editora
 

E se alguém lhe dissesse que ia morrer?

Nova Iorque, terraço do Empire State Building, 23:
"- Nathan, repara no rapaz do anoraque laranja.
- Caramba, Garrett, porque é que devo olhar para ele?
- Porque ele vai morrer.
Em menos de um minuto, o adolescente dá um tiro na cabeça".

É assim que Nathan Del Amico, um brilhante advogado nova-iorquino, descobre o estranho dom de Garrett Goodrich. Quem é Garrett Goodrich? Um reputado cancerologista, director de um importante centro de cuidados paliativos. Não parece ser um iluminado, mas diz-se capaz de prever a morte. Diz ter "uma missão": acompanhar aqueles que vão morrer até às fronteiras do outro mundo, para que deixem a vida em paz consigo mesmos. Perturbado, Nathan compreende que Garrett entrou em contacto com ele para o preparar a morrer. Numa corrida contra o tempo, Nathan tenta reparar os seus erros passados. Mas será que podemos, no espaço de alguns dias, reconstruir toda uma vida? Guillaume Musso apresenta-nos um romance denso, mágico, envolvente, que aborda temas graves com uma leveza surpreendente. Verdadeiro hino à vida, é ainda uma formidável história de amor entre um homem preso no turbilhão da ascensão social, a mulher que ele quer reconquistar e uma filha por quem tem de viver a vida dela forma mais intensa possível.; Assistimos ao nascimento de um estilo Musso, onde revemos a emoção de um Marc Lévy, a capacidade de encenação de uma Patricia Cornwell e uma intriga com ecos de Sexto Sentido...

 

Um livro perpassado pela vertigem do desconhecido, que narra uma comovente história de amor e de suspense e consagra o nascimento de um "estilo Musso", onde se misturam emoção e mistério no limiar da mais essencial das perguntas: por que estamos nós aqui?

 

8/10 - Muito bom

 

 

Obrigada Melrita pelo empréstimo!

 


29
Out 09

Juliet Marillier

 

Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 336
Editor: Bertrand Editora
 
Sinopse
Este livro da autora é inspirado no conto de fadas As Doze Princesas Bailarinas. É a história de cinco irmãs intrépitas, em luta com quatro criaturas sinistras, três misteriosos presentes mágicos, dois amantes proibidos e um sapo enfeitiçado. Há muitos mistérios na floresta. Jena e as suas irmãs partilham o maior de todos, um segredo fantástico que lhes permite escapar à vida diária nos campos da Transilvânia, e que mantiveram escondido durante nove anos. Quando o seu pai adoece e tem de abandonar o seu lar na floresta durante o Inverno, Jena e a sua irmã mais velha, Tati, ficam encarregues de cuidar da casa e das outras irmãs. O surgimento de uma misteriosa jovem de casaco preto faz nascer o amor numa das irmãs e, subitamente, Jena apercebe-se que tem de lutar para salvar aqueles que lhe são mais queridos. Acompanhada por Gogu , Jena tem de enfrentar grandes perigos para preservar não só as pessoas que ama, como também a sua própria independência e a da família.
 
OPINIÃO:
 
Já há bastante tempo que tinha vontade de começar a ler esta autora, e ainda bem que o fiz finalmente.
Danças na Floresta é um livro ternurento que nos convida a entrar num mundo de fantasia e magia para o qual mal podemos esperar por voltar quando o dever nos obriga a regressar à realidade. Um livro para ler e reler sempre que a necessidade de um pouco de leveza se faça sentir no nosso dia-a-dia.

  

 

Juliet Marillier nasceu em 1948, Dunedin, na Nova Zelândia, uma cidade com fortes tradições escocesas que a influenciaram profundamente. Licenciou-se com distinção em Linguística e Música na Universidade de Otago e tem tido uma carreira variada que inclui o ensino, a interpretação musical e o trabalho em agências governamentais.

 

 


É a autora da internacionalmente famosa trilogia Sevenwaters, composta por A Filha da Floresta, O Filho das Sombras e A Filha da Profecia, que ganharam vários prémios internacionais.

 

Classificação: 4/5

 

 

Obrigada CrystalMars pelo empréstimo!


07
Jul 09

   O Código da Vinci de Dan Brown

 

Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 544
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722513524
 
Sinopse
O Código Da Vinci é uma obra simultaneamente vertiginosa, inteligente e intricadamente recheada de elementos científicos e de pormenores inesperados.

Harvard Robert Langdon, conceituado simbologista, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou.
Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado do Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.

 

Selecção de críticas ao livro publicadas pelos principais jornais norte-americanos e britânicos:

 

The Times (Londres)

21 de junho de 2003

“O título O Código Da Vinci deveria ser uma advertência, evocando a fórmula infame de Robert Ludlum: um artigo definido, uma palavra comum, e um epíteto exótico posposto”.

“De “A Herança Scarlatti”, através de “O Círculo Matarese” e até “O Engano Prometheus”, Ludlum teceu uma trama de roteiros extravagantes, protagonizados por personagens estereotipados que têm diálogos ridículos. Temo que Dan Brown seja o seu digno sucessor”.

“Este livro é, sem dúvida, o mais imbecil, inexacto, mal informado, estereotipado, e enlatado exemplo de pulp fiction que já li”.

“Já seria mau o suficiente, que Brown tivesse entrado num frenesim de New Age, tentando unir o Graal, Maria Madalena, os Templários, o Priorado de Sion, os Rosa Cruz , os números de Fibonacci e a Era de Aquário. Mas o pior é que ele o faz com muito pouca habilidade”.

“Os editores de Brown apresentaram um punhado de comentários elogiosos de escritores norte-americanos de thrillers de segunda linha. Só posso deduzir que a razão para o seu louvor excessivo foi porque as suas obras, quando comparadas com este livro, parecem obras de arte...”

 

Chicago Sun Times

27 de setembro de 2003

“Na nossa sociedade “correcta”, uma declaração considerada racista, anti-semita, contrária às mulheres ou aos homossexuais desqualificará o seu autor por muitos anos — mas o mesmo não ocorre em relação a insultos a Jesus Cristo e àqueles que seguem os seus ensinamentos. Longe disso: aumente as desgastadas histórias de conspiração católica até chegar à extensão de um livro, e isso poderá torná-lo rico e famoso, como acabou de acontecer com um tal Dan Brown, autor de O Código Da Vinci”.

“O romance mistura realidade e ficção, como um filme baseado em factos reais, e lança conjecturas sem fundamento sobre o catolicismo”.

“A suposta “pesquisa” de Brown deriva de teorias feministas extremistas”.

“Estas excêntricas suposições misturam-se com a realidade e com pesquisas mal feitas”. “Este romance faz parte de um género que apresenta um raivoso estereótipo do catolicismo como um vilão. Embora o ódio ao catolicismo impregne todo o livro, nenhuma parte da Igreja recebe mais ataques que o Opus Dei”.

 

 

New York Daily News

 

4 de setembro de 2003

 

“[Dan Brown] extrai muitos dados de dois trabalhos anteriores de pesquisa amadora: “The Templar Revelation: Secret Guardians of the True Identity of Christ” e “Holy Blood, Holy Grail”, uma especulação sobre a descendência de Cristo. Ambos foram desqualificados pela maioria dos especialistas no assunto”.

 

“Os seus erros crassos só podem deixar de indignar um leitor que conheça pouco o assunto”.

 

The New York Times
“O Código Da Vinci” desmascara Leonardo?

“Em vez de um filme, no entanto, parece que há uma ópera à espreita nessas páginas, e o sr. Brown poderia levar à prática o imortal conselho de Voltaire:’Se alguma coisa é muito estúpida para ser dita, pelo menos sempre poderá ser cantada’”.

 

Apesar das controvérsias o livro é um best-seller mundial, com mais de 70 milhões de cópias vendidas no mundo.

O sucesso deste livro levou à ideia de ser feita uma versão cinematográfica.

 

Trailer:

 

 

OPINIÃO:

 

Apesar de não considerar o livro uma obra literária, Dan Brown consegue através da sua escrita criar um bom livro policial de suspense e ficção (não o considero um romance). Uma narrativa cativante que consegue prender o leitor até às últimas páginas. Gostei do livro, apesar de toda a polémica que os temas abordados levantam, um bom livro de ficção, na minha opinião.

Já o filme, comparado com o livro, é uma grande decepção.

 

CLASSIFICAÇÃO: 2/5

publicado por wandinha às 22:57

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